BAILLY Capotaria | Histórico

HISTÓRICO

Mudanças acontecem

1984

Em 1984, Roberto Bailly cursava engenharia mecânica na Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Nesta época, em decorrência do esporte da vela que praticava desde cedo e a fim de garantir o custeio do curso, empregou-se na Cognac Velas. Era o seu primeiro contato profissional com tecidos, máquinas de costura e o mercado de náutica.

 

1986

Desiludido com as inúmeras greves da Universidade, em 1986 partiu para uma aventura nos Estados Unidos. Foi munido de uma carta de recomendação assinada por Arnaldo Paes de Andrade, sócio da Cognac Velas, o que lhe garantiu o emprego na Wedekind Sails and Canvas CO, em NY, uma empresa parceira de negócios da Cognac.

Bailly então se interessou pelo desenvolvimento de capotas, principal produto da Wedekind Sails and Canvas. Orientado diretamente por Jack Wedekind, proprietário da empresa de NY, logo se especializou no produto.

Após vivenciar o mercado de capotaria nos EUA, Bailly decidiu retornar no ano seguinte ao Brasil e aplicar o conhecimento adquirido em uma nova proposta: uma empresa, especializada em capotas, principalmente para veleiros. Surgia aí a BAILLY capotaria náutica. O contato com Jack Wedekind não terminou por aí, assim, Bailly retornou à NY outras vezes para ajudar a entregar as encomendas de capotas da alta temporada do amigo Jack, aproveitando para aprimorar seu conhecimento e sempre retornando com novas ferramentas e processos de produção.

 

1987

De 1987 a 1989 a capotaria ocupou um pequeno espaço dentro do Iate Clube Brasileiro. De 1989 a 1993 foi para a garagem de casa, também em Niterói.

 

1993

Ampliação. Com a produção agora já atendendo um volume maior de lanchas, Bailly e sua pequena equipe se juntaram ao grupo de Luiz Amaro Veiga, da veleria SKEG, ocupando então um amplo salão no centro da cidade. Lá eram fabricados, além das capas de cobertura e capotas BAILLY, diversos itens para embarcações com a marca SKEG. Basicamente tudo que envolvesse costura em barcos era produzido pelas equipes aliadas nesta ocasião: velas, estofamento, almofadas, cortinas, reparos...

 

1994

Em 1994 o Luiz Amaro deixou o negócio, arrendando sua empresa para o Bailly que assumiu toda a equipe e passou a concentrar seus esforços na produção de capas de cobertura, capotas e estofamentos para barcos.

 

Incomodado com a fragilidade dos acordos firmados pela SKEG e com a iminência da renovação de contrato de aluguel do espaço que ocupava, Bailly iniciou uma ampliação na casa onde morava para receber de volta a capotaria.

 

1995

Em 1995 foi fundada a empresa BAILLY capotaria náutica em seu endereço no bairro Vital Brazil, em Niterói. Começava também a busca por clientes com volume de encomendas mais expressivo, com foco nos fabricantes e revendas de lanchas e veleiros. 

 

1996

Em 1996 a empresa São Paulo Alpargatas lançou no mercado nacional a lona acrílica SempreViva, criando a oportunidade para a BAILLY divulgar o então novo conceito de capotas de lanchas coloridas no Brasil. É publicado o primeiro anuncio da marca BAILLY na Revista Náutica.

 

1997

Em 1997, o sucesso com a capota em lona acrílica já era total, mas a lona da Alpargatas ainda precisava de ajustes. Nesta época a BAILLY já fornecia para fabricantes de barcos importantes do Rio como Real e Runner, e de São Paulo como Colunna e Flexboat. Com o maior foco na capota, a BAILLY tirou da linha de produção o produto estofamento.

1998

Em 1998 a Alpargatas divulgou a lona SempreViva com um stand no São Paulo Boat Show, dando oportunidade para a BAILLY de expor diretamente sua marca e produtos na feira. Foi assim também nas feiras do Rio de 1999 à 2003.

Também em 1998 foi criado o domínio www.bailly.com.br na Internet e a afiliação da empresa à ACOBAR (Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos).

 

1999

Em 1999 a BAILLY desenvolveu a primeira ferramenta de injeção em plástico exclusiva. Foi o inicio de um processo de nacionalização de peças e acessórios de capotaria náutica com a qualidade exigida pelo mercado.

Foi em 1999 que a BAILLY iniciou a parceria com a STOBAG toldos, tornando-se uma revenda da marca no ano de 2001.

 

2000

Em 2000 a BAILLY inovou com a venda das capas de cobertura pela Internet. Era o nascimento da marca Capaleve.

2001

Em 2001 a BAILLY abre sua primeira loja, na Marina Verolme, em Angra dos Reis, para onde foi transferida a empresa BAILLY capotaria. É então fundada em Niterói a BAILLY Industrial Ltda.

2002

Em 2002 é a vez do show-room da marca STOBAG em Itaipu, Niterói, e a fundação da empresa BAILLY toldos Ltda., que mais tarde, no ano de 2010, foi alterada para BAILLY náutica Ltda.

2005

Em 2005 foi somado mais espaço para a crescente produção com o aluguel do terreno em frente à fábrica. Onde antes funcionava um estacionamento, foi construído um galpão para abrigar o setor de serralheria.

2007

Em 2007, aproveitando uma oportunidade de negócio, a BAILLY incorporou um novo produto com a compra dos ativos da confecção gaúcha RUMO Impermeáveis náuticos, acarretando uma reforma geral na fábrica.

 

2008

Em 2008 é re-inaugurada a fábrica, dispondo de show-room de produtos, escritórios novos, redes de ar comprimido, elétrica, computadores e de telefones remodeladas.

 

Também em 2008 é dado um importante passo para a modernização dos processos: Após a visita a feira IBEX, em Miami, a BAILLY se associa à MFA (Marine Fabricator Association).

 

2009

Resultante da enxurrada de informações obtidas dos parceiros da MFA, em 2009 é desencadeado um processo totalmente novo de desenvolvimento dos produtos. É realizada a compra de software de prototipagem e treinamento de parte da equipe técnica nos Estados Unidos. Dá-se então o inicio para a transformação dos projetos para meio digital, em 3 dimensões.

 

2010

Em 2010 fomos vencedores do prêmio “outstanding achievement award”, apresentado pela IFAI, por excelência em desenho e aplicação especial em tecido. O prêmio marca o reconhecimento inter-nacional da qualidade e criatividade aplicadas aos trabalhos desenvolvidos pela equipe BAILLY.

Em reconhecimento ao  nosso sistema de gestão que estimula a prática de Inovação de Produto, Postura e Atitude, também em 2010, fomos vencedores do Prêmio SESI de Qualidade no Trabalho - PSQT.

 

2011

Em 2011, através de um acordo firmado com a empresa do Sr. Eduardo Penido, a BAILLY é contratada para executar os serviços da veleria nas dependências do Iate Clube Rio de Janeiro, para onde também foi transferida a confecção das capas de cobertura.

 

2012

Em 2012, atuando com quatro unidades operacionais, iniciamos a implantação do sistema de gestão por processos, o que viabilizou mudanças radicais de desempenho, com maior envolvimento dos funcionários, métodos disciplinados de análise e testes das atividades, maior robustez da estratégia e integração das áreas.

 

Inseridos no Fórum Náutico Fluminense, participamos do Programa de Capacitação e Inovação da Indústria Náutica (PCIN) no Rio de Janeiro, concluindo a implantação do programa 8S.

 

Também em 2012, automatizamos os processos de digitalização de moldes, corte e risco de tecidos com a instalação de uma novíssima plotter/cutter/digitizer na fábrica em Niterói. O equipamento garante precisão absoluta e velocidade nestes processos.

 

E em reconhecimento ao nosso foco na inovação dos modelos de trabalho, fomos novamente campeões na etapa estadual e regional do "Prêmio SESI Qualidade no Trabalho" (PSQT).

2013

Em 2013 firmamos uma importante parceria com a empresa do Reino Unido MAKEFAST. A parceria beneficia o mercado de náutica brasileiro com componentes de altíssima qualidade produzidos pela MAKEFAST aplicados nas capotas e sistemas para tetos retráteis produzidos pela BAILLY.

Também em 2013, estreamos como expositores em feiras fora do Brasil participando do FORT LAUDERDALE BOAT SHOW ao lado da MAKEFAST nos Estados Unidos da América.

2014

Um acordo com a empresa norte-americana Glen Raven, fabricande da lona acrílica Sumbrella, a mais utilizada no meio náutico para confecção de capotas, possibilitou a importação direta dos primeiros lotes da lona em 2014.

 

2015 e 2016

Com o mercado desaquecido pela crise, durante os anos de 2015 e 2016 experimentamos uma significativa redução na equipe e baixo investimento em equipamentos.


Mas aproveitamos o momento para uma analise criteriosa do valor agregado de cada processo, cada máquina e cada produto, o que garantiu uma efetiva redução nos custos, uma maior padronização nos produtos e melhora da qualidade. Manuais e instruções de trabalho foram aperfeiçoados e detalhados.

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